segunda-feira, 30 de abril de 2012

No bar


Filmagem. Sim, filmagem, curta, produção, ralação. Praça-seca. Longe. Perto? Só de Jacarepaguá. Chego às 16h, saio às quatro da manhã. É câmera, refletor, atores, tripé, mais o que, muito mais, correria. Luz acaba, e agora meu deus? Adiar? Não, adiar não. Torcer, sim, vai voltar. E voltou. Agora tudo vai dar certo. Prêmio. Reconhecimento. Sim, quem sabe. Todo mundo quer. Depois de tanto trabalho, todo mundo quer ganhar.
Luz. Câmara. Ação. Pendenga. Produção! Vela. Monta. Arma. Faz. Corre. Ajuda. Liga. Leva. Sim. Levo. Ajudo. Prazer. Felicidade. Trabalho sim. Felicidade.  Finalizar. Término. Última. Cena. Agora termina. Corro. Resolvo. Atrapalho. Animo. Incentivo. Converso. Vejo. Observo. Câmera. Ligada. Rodando. Silêncio. Não falo. Escuto. Admiro. Contemplo. Torço. Será que vai dar certo? Vai!
Ueh. Mas é domingo. Futebol! Sim, futebol! Jogo. Rodada. Campeonato. Brasileirão. Botafogo. Joga. Sim. Contra. Vasco. Engenhão. Mas. Só. 18h. 16h também tem. Ueh. Espero. Ainda não começa. O jogo? Não. Rodagem. Futebol. Sim. Começou. Ator. Rádio. Radinho? Não. Celular. E fone. Placar. Quanto tá? Tá assim. Mas não me interessa. Quero só o das 18h. Fogo. Porra!
E começa. Filmagem? Sim. Já rolava. Falo do jogo. Jogo. 18h. Não. Não vou ver. Sem lugar pra ver. To na filmagem. Nada mais.  Ouço. Gritos. O que será. Sim. Gol. Fogo. 1 a 0. Mas. Nada de TV. Volta. Filmagem. Rodagem. Concentra. Mira. Olha. Ouve. Ouve o que precisam. Sim. Eu ouço. Mas ouço de longe. Fogo. 2 a 0. 2 a 0. Ali. Mais perto. Vejo. É o bar. Sim. Bar. Jogo. TV. Saio. De fininho. Ninguém percebe. E ali. Entro. Seis. Sete. Assistem. Jogo. TV. Ueh. 3 a 0. Fogoo. Segundo tempo. Gritaria. Reclamação. Senhor. Sentando. Camisa. Vasco. Reclama. Xinga. Berra. Mas. Tem.Fogo. Camisa. 4 vascaínos. 4 botafoguenses. Cerveja. Discussão alta. Sem briga. Só discussão. Assim. Deve ser. Tv. Longe. Não dá pra ver bem. Mas estou lá. Aqui. Vejo. Jogo. 3 a 0. E me chamam. Volto. Me chamam. Na cena. Dever. Devo. Tenho. Sou. Produtor. Volto. Não queria. Volto. E cena. Outra. Mais uma. E. Cena. E. É. Fogo. No céu? Não. Fogo. No campo. 4 a 0. Sim. Feliz. Volto. Bar. Gritaria. Raiva. Alegria. Só. Botafogo.Vasco. Só. Não bebo nada. Só vejo. 4 a 0. Fogo. Fogo. Fogo.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Há doze anos......


Foi ali, em 2000, a última vez em que o São Paulo conseguiu vencer Corinthians e Santos em mata-matas. Nesse ano, o tricolor paulista foi o campeão estadual e eliminou o timão na semi ao vencer os dois jogos, 2 a 1 e 2 a 0. Na final, duelo contra o alvinegro praiano. O dono do Morumbi já tinha vantagem do empate, e mesmo assim venceu o primeiro jogo, 1 a 0 e ganhou o troféu ao empatar o  segundo por 2 a 2.
Depois, só amargura contra os dois rivais. O Corinthians eliminou o São Paulo na semifinal da Copa do Brasil 2002,  no mesmo ano saiu vencedor na final do Torneio Rio-São Paulo. Em 2003 a equipe do Parque São Jorge  venceu o tricolor na decisão do Paulistão e seis anos depois na mesma competição os eliminou na semifinal.
Contra o Santos, o revés mais duro foi no Brasileirão 2002. Na fase de classificação o São Paulo terminou em 1º e o alvinegro praiano em 8º. Enfrentaram-se nas quartas, a equipe de Rogério Ceni tinha a vantagem do empate e de jogar o 2º jogo em casa. Então o time de Robinho e Diego surpreendeu a todos e eliminou o favorito tricolor ao vencer as duas partidas, 3 a 1 na Vila e 2 a 1 no Morumbi. Muitos são-paulinos usaram o argumento de que sua equipe foi a melhor do campeonato por ter sido a primeira na fase classificatória e assim concluíram que o mata-mata era um modelo injusto. O apelo foi atendido já que no ano seguinte tivemos o primeiro Campeonato Brasileiro de pontos corridos. O alvinegro praiano levou a melhor contra o São Paulo nas semifinais do Paulistão 2010 e 2011 e é justamente essa fase de playoff que os rivais se enfrentam nesse domingo, em um jogo único no Morumbi.
Vejo nesse jogo a chance da equipe do técnico Leão recuperar o prestígio de quando foi hexacampeão brasileiro e vencedor do mundial de clubes de 2005, também o último ano em que conseguiu vencer o paulistão. Mas ai questionam, é apenas um estadual. Sim, mas é um título, um troféu, algo que o São Paulo não consegue desde 2008, tempo demais para um clube vencedor. Creio que se vencer no domingo, será o campeão estadual de 2012, mesmo com as boas campanhas de Ponte Preta e Guarani.
Ontem, pela Champions, torci pelo Bayer, e deu certo, ninguém esperava por essa final sem espanhóis, quem arriscou se deu bem nos sites de aposta. Na decisão em Munique, não tenho preferência por nenhum time, quero apenas um bom jogo com muitos gols.

sábado, 21 de abril de 2012

Fúria da fúria



Alberto, adolescente, 16 anos, mais conhecido como Beto. Menino normal, gosta de jogar bola, sair com os amigos. Estudar não é muito a dele, não tira boas notas, escola é só para zoar, não mais que isso.
Um vício? Alguns, um ano atrás era jogar videogame, como outro menino qualquer. Mas a fixação pela tela e pelo controle passou agora para as comidas. Alimentar-se era um grande prazer, mais especificamente, besteiras e guloseimas. Todo dia era bala, salgado, chocolate. E não podia faltar bebida, que fosse doce. Refrigerante, mate, sucos não naturais, qualquer coisa que tivesse muito açúcar tava bom. Pizza e hambúrguer? Ótimo, melhor ainda com mate, ou, de preferência coca com gelo. Não tinha nada melhor para Beto do que “Coke” com “ice cubes”. Quando era para comer besteira, bebe besteira também. Hambúrguer com água? Jamais! Isso é loucura, onde já se viu? Aliás, Alberto não gostava de H20.
Produtos light? Nunca! Porque vão tirar açúcar de algo. Detestava produtos diet, light, o que fosse. Coca era muito bom, mas tem que ser normal, nade de refrigerante anormal, deficiente, opa, quer dizer, light, não doce. Gostava de tomar um banho de açúcar, como a mãe de Beto se referia a essas bebidas gasosas.
Quando você pensa no seu dia preferido, o que vem na cabeça? Sexta-feira talvez, dia da boêmia, ou sábado, também boêmio e bom pra descansar pela tarde. Descansar? Que nada, o Beto quer é comer, então terça-feira era seus dia favorito, dois por um na Domino´s, pizza com refrigerante, quer coisa melhor que isso?!
E então o garoto segue com sua vida desnaturada, de besteiras  comidas e provas de colégio mal-resolvidas. Inesperadamente a semana estava sendo um pouco diferente, a mãe não tinha feito compras, então a cozinha estava escassa. Eram dias tensos, exames estavam para vir, as notas não eram boas e Beto tinha que se esforçar mais do que nunca, precisa ir bem, muito bem para não reprovar no fim do ano. Para escapar um pouco dessas tensões, recorria ao seu grande vício,mas agora não havia escape, já que a geladeira e dispensa estavam vazias.
Após o período de provas, acabaram as tensões.
“-Vou comemorar no Mc Donald´s”, pensou
Inesperadamente, um de seus amigos veio e lhe disse:
-“ Ai veio, to reunindo um pessoal para comer lá em casa, bora?”
Beto pensou, e concluiu que seria ridículo deixar de estar com os amigos só para comer hambúrguer, no dia seguinte ele ia no MC Donald´s.
Chegando lá, todos se reuniram na mesa e veio a comida. Ansioso para ver o que teria no almoço, Alberto imaginou um strogonoff ou bife, qualquer coisa carnívora, a fome já batia forte. Então entrava na sala Sônia, empregada da casa com uma travessa e disse:
- “ Torta de jiló pros meninos!”
Beto sentiu um certo desconforto, não era isso que ele esperava, fez um sorriso falso de alegria. Veio rapidamente um arrependimento de não ter ido ao Mac Donald´s.
- “ Mas peraí, somos cinco, acho que ela vai trazer mais alguma coisa, imaginou”
Sônia saiu da sala e Alberto esperava que ela voltasse com mais um prato, que fosse carne, pelo amor de deus. E então volta a empregada, com mais uma travessa, e diz:
- “Mais uma tortinha de jiló, sei que todos os meninos vão gostar”
Felipe, um amigo, disse:
“ Obaa, adoro torta de jiló”
Agora Beto sentia raiva, de Felipe e da empregada. A voz alegre de Sônia contrastava com a tristeza do garoto que ao invés de comer seu amado hambúrguer com refrigerante teria que comer jiló, puts!, pensou. E para beber, o que seria? Algo doce pelo menos. Por educação ninguém falou de bebida, não seria legal dizer “po, vai ter bebida não?”. Começaram o almoço e Alberto permanecia em silêncio e controlava sua raiva. Eis que então vem Sônia, com uma jarra...... de suco de maçã light.
“Puts, maçã light, que merda! Como que bebem isso no almoço?  Almoço de merda..”, pensou Alberto
- Tem coisa melhor para beber que um suquinho, ne?”, disse Sônia. Em seguida dá uma catucada em Alberto que sorri disfarçadamente
“Né não amor?” diz a empregada para Beto
- “Claro, claro”, diz ele contido, a vontade era de xingar. “Filha da p...”, pensou
E, no dia seguinte, chega no Mac Donald´s, e o seu cartão não passa, foi recusado, não conseguiu pagar e então não satisfez sua vontade....
Passa a semana e chega sábado, e a casa continua escassa de comida. Talvez o “weekend” seja a salvação, pensa Beto. Quem sabe uma saída com os pais para uma churrascaria, fica a pergunta. O garoto espera alguma movimentação, será que rola algo, movido pela barriga, sempre. Eis então que entra o pai no seu quarto e vem a esperança:
- Vamo almoça na casa da tia-avó hoje?
- “Vamo, respondeu prontamente Beto”. Não tinha muita paciência com os parentes, mas quem sabe a saída não salvasse seu estômago da seca! Surge uma esperança no ar, pensa o menino, conversa sofrível mas alimentos perecíveis, yuhuu.
Chega na casa da tia-avó, o mesmo de sempre, os mesmos parentes, as mesmas conversas e falas: “como cresceu esse menino”, “como vai na escola?”,” ta estudioso?”, “que bonitinho, dizia a amiga da tia-avó”, que tédio, pensava Beto, cadê a comida porra?
Um pouco longe, no braço do sofá, viu um pote. Foi meio de fininho verificar o que era. Amendoim! Esse eu gosto, pensou, e logo meteu a mão para pegar vários e ficar um pouco mais feliz. O almoço demorava para sair, isso já irritava Beto, que tinha que esconder sua insatisfação ouvindo a conversa chata dos parentes.
Então veio a esperada refeição, “minha salvação”, pensou Beto. Finalmente, e, pra felicidade de todos, era um almoço variado, com muitas carnes, frangos, batatas, molhos, comida de verdade para o garoto que sofreu tanto na semana. Todos reunidos, e vamos ao que interessa. Beto, esperou que uns quatro ou cinco se servissem para então colocar alimento no parto, não queria passar uma impressão de selvagem que sai rapidamente na frente de todo mundo. Pegou de tudo um pouco, e alegre, coloca sua refeição na mesa.
Na primeira garfada um susto, um gosto estranho, o que será? A comida parecia amarga, parecia, parecia.... sem sal! “Puta que pariu, ta sem sal essa porra”, pensou Beto. Que m..., como que tá sem sal?
Após 5 minutos, falou assim sua tia-avó Eleonora:
-Gente, vocês vão me desculpar, ontem fomos no médico do Saulo, e disseram que ele está com pressão alta, então tivemos que dar uma manerada,mas, acho que assim, todos ficamos saudáveis, né?
Uma raiva forte atingiu o peito de Beto, seria isso um castigo deus? A voz calma da senhora, que não tinha consideração nenhuma pelo outros, o deixou irado. “O que fiz para merecer isso?, pensou”
- Um brinde a saúde então, disse Eleonora, e todos brindaram com sorrisos falsos, ninguém gosta de comida sem sal.
Alberto brindou com cara feia, e sua mãe do seu lado, fez uma cara de quem diz, para com malcriação! Irritado, juntava os dentes para não falar:
- Velha filha da p...... “Além disso, cadê as bebidas porra?”
Venho então da cozinha a empregada, com duas garrafas de coca, mas o rotúlo, o rótulo, branco, puts, coca anormal! Era a desgraça em forma de garrafa para Alberto, o que fez ele para merecer isso?! Agora vai ter que engolir esse líquido com gosto de adoçante para tirar da boca o dissabor de uma comida sem sal! A fúria da fúria veio de encontro ao garoto, que se conteve e ficou quieto por todo o almoço, era a única forma de protesto.
Cara fechada na volta para casa, sem falar com mais ninguém, esse foi o resto do dia para Beto. Foi dormir cedo, talvez um novo dia traga novas alegrias, bom, se trouxer algum sal já fica melhor. Adormece e acorda na mesma mesa da tia-avó, ué, “o que faço aqui, estou comendo essa comida e todos familiares me olham, tá sem sal de novo isso aqui, e grito, que merda”!
“Todos me olham e riem, uahaha, vai ter que comer, uahahhaa. Uma voz grave não sei de onde diz”:
- Mac donald´s deixa brocha, uahahahhaa
Era a professora de ciências, do primário, dizendo que a comida preferida  de Beto causava impotência. Estava ela ali junto com todos os outros, adorava a comida sem sal, degustava com prazer toda a alimentação e ainda dizia:
-“Faz bem pra saúde, tudo sem sal faz bem pra saúde”
Alberto está no desespero, mais comida sem sal, e minha professora de ciências dizendo tudo o que não quero, como, não, puts, o que faço!
Acorda suado, 25 anos se passaram, agora ele tem 41, está sua mulher ao lado, ela continua dormindo, ele sai do quarto, vai em direção a cozinha, abre a geladeira. E, ali está, ela, a garrafa de Coca-cola, normalzinha, bonitinha, ele a pega, abraça, e vê o sal, querido sal, pega, espalha pela boca, e outra vez pega a garrafa de coca, a beija. E dança pela casa, cheio de sal na mão e a embalagem de coca no braço.
A esposa então aparece, contempla a cena e diz:

-“ Acho que você gosta tanto dela que a prefere a mim né, porque por mim você não tem tesão. Ou será que foi outra coisa?”

sábado, 14 de abril de 2012

Grude na loja


Fico irritado com o “grude” que os vendedores fazem com os clientes.  Dentro de um shopping, em qualquer loja que você entre, imediatamente vem um rapaz ou uma moça tentar lhe oferecer produtos com preços especiais. É claro,  diz boa tarde primeiro, mas depois é só produto e preço, produto e preço. Acho que esses comerciantes deviam deixar o cliente em paz! Parem de segui-lo por todos os cantos da loja, e permitam que ele veja e procure o que o interessa na loja, e se gostar de algo, chame o atendente. Porém, isso não acontece, e o vendedor parece que “cola” em você,  te segue e tenta de todas as maneiras que você compre algo. É uma situação desconfortante. Aconteceu mais uma vez na última quarta-feira, meu aniversário. Eu e meu pai fomos na Mr Cat, do Botafogo Praia Shopping. O rapaz não nos deixou circular livremente, oferecia a todo o momento novos tipos de tênis e sempre dizia, “esse ficou bom em você”, “esse ficou melhor ainda”. No final, compramos um bom produto na loja, e o vendedor conseguiu seu objetivo. Não posso culpá-lo, foi instruído para trabalhar assim, mas creio que essa mentalidade devia mudar, para que o cliente se sinta mais confortável.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Bobeira que custa

Na terça-feira pela tarde, não poderia de jeito nenhum perder Barcelona X Milan, o grande jogo das quartas-de-final da Champions League. Bom, pra falar a verdade, todos os jogos que envolvam o time da Catalunha vão ser considerados como a grande partida a ser vista. No primeiro tempo, a equipe de Messi tinha mais a posse de bola (como sempre), mas o adversário conseguia trocar passes e levar algum perigo. Então o francês Mexés do Milan resolveu ficar mais tempo do que deveria com a redonda. Falha grave, ainda porque estava na frente do melhor jogador do mundo. O argentino roubou a pelota do defensor e correu , tentou tocar para Fábregas, Antonini recupera , mas em outra bobeira perde para Messi e comete pênalti no atacante (eu achei que foi, e assim discordei do Arnaldo). Resultado, “La Pulga” cobrou o tiro e fez, 1 a 0.
O Milan conseguiu empatar em uma bela troca de passes. Robinho tocou para Ibrahimovic, que deu bela assistência à Nocerino que mandou pras redes, 1 a 1, placar que colocava os rubro-negros na final. No entanto, Nesta fez falta desnecessária em Busquets dentro da área, e o árbitro assinalou pênalti corretamente. Messi bateu mais uma vez e fez, 2 a 1, placar do 1º tempo. Iniesta marcou o terceiro e confirmou a vitória do Barcelona, que chega à sua 5ª  semifinal seguida na Champions.
Eu torci pela equipe italiana, esse reinado do Barcelona tem que acabar, mas  minhas preces não foram ouvidas. O que me mais me irrita é que o time do Robinho teve perto de conseguir a tão difícil classificação. E a perdeu por bobeiras, lances completamente evitáveis. Mexés devia pensar no grau de dificuldade da partida, quando ficou tempo demais com a bola na frente de Messi. E Nesta, jogador experiente, não devia ter sido tão imprudente quando fez a falta em Busquets, o jogo estava 1 a 1, conseguir empatar com a equipe catalã fora de casa já é um feito quase impossível nos dias de hoje.
O Vasco quase que se complica também por bobeira, vencia a partida contra o Alianza Lima com tranquilidade, 2 a 0, dois tentos do bom jogador Fellipe Bastos. Então, Renato Silva, resolveu incorporar as idéias dos milaneses, e no mesmo lance  furou uma cabeçada, e depois chutou a bola em cima de um companheiro. Resultado, a redonda sobrou para Curiel que diminuiu. Os cruzmaltinos passaram sufoco nos últimos 15 minutos, por pouco a equipe peruana não empatou. Fágner salvou uma bola na linha e um chute de Viza aos 45  raspou a trave. A falha do defensor vascaíno por pouco não atrapalha os planos da equipe na Libertadores. Bobeira que custa ou que pode custar.....