Esse é um filme das
antigas, de 1959, mas que vi somente esse ano. Já tinha ouvido falar, pois foi uma
megaprodução, de 12 indicações ao Oscar ganhou 11 prêmios, incluindo melhor
filme, melhor diretor (William Wyler), melhor ator (Charlton Heston), melhor
ator coadjuvante (Hugh Griffith) e melhor fotografia. Tal recorde só foi
alcançado em 1998, por Titanic, e depois Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei, em
2004. O filme conta a
história de Judah Ben-Hur (Charlton Heston), que vive na província romana de
Judeia no tempo de Jesus. Ben-hur é oriundo de uma família rica, e vive com sua
irmã e mãe. O protagonista reencontra um grande amigo de infância, Messala (Stephen Boyd), que agora é chefe da legião romana em Judeia. Ben-Hur não
aceita o controle dos romanos por isso
se desentende com seu antigo “brother”, e por isso Messala o condena à
escravidão e Judah diz que um dia irá se vingar.
Ben-Hur inicialmente é
enviado como escravo a uma frota romana para trabalhar como remador. Depois de
uma batalha, salva um importante membro da legião, consegue sua liberdade e vai
para Roma. Depois segue para Judeia para reencontrar sua família e se vingar de
Messala.
O longa-metragem é um
drama épico bíblico e tem duração de 3h42m, mas eu não me preocupei, vi tudo em
um dia sem parar. O roteiro é baseado no romance de Lew Wallace, também intitulado
Ben-Hur. Outro filme com mesmo nome e história foi produzido em 1925, mas era
mudo. Na época, fim dos anos 50, Ben-Hur
teve um orçamento surpreendente, 15 milhões de dólares e também impressionou
pelos sets que reproduziam fielmente cidades do passado, como Jerusalém e
Roma. Algumas cenas também foram marcantes pelo seu realismo, como a batalha de
barcos entre frotas romanas contra piratas da Macedônia e a corrida de bigas
onde o protagonista quer de todas as formas vencer Messala.
Ao pesquisar um pouco
sobre este filme, descobri que em 2016 teremos outro filme Ben-Hur, com Rodrigo
Santoro como Jesus, Jack Huston no papel principal e com Morgan Freeman
no elenco. A história será diferente, vai mostrar os primeiros anos da vida do
protagonista e de Messala, ao mesmo tempo em que foca a jornada de Jesus Cristo
e sua condenação por Pilatos. Será que vai ser legal essa nova produção?
Veremos, mas a antiga vale a pena ver!




