quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Bermudão que deixa triste

Salve salve leitores do meu blog. O texto de hoje é uma reflexão sobre a minha vagabundagem, fazendo uma relação com meu traje. Abraços para todos.



                                                         
                                          E essa bermuda que tanto me tortura
Dias universitários na matina não tem sido fáceis. É difícil acordar cedo e ir assistir às aulas,é.., digamos.., não tão legais (falando na maneira mais sutil).  O corpo faz um esforço pra ficar na cama, mas o que me instiga a ir é a falta do que fazer. Não faço estágio e por isso não quero ser mais vagabundo ainda matando aula. Sou um estranho no ninho em relação aos meus colegas de período, todos trabalhando. Sai há 4 meses de meu antigo ofício na  UFRJ, que era no Fundão. O ambiente era muito bom, mas ir para a Cidade Universitária todo dia não é fácil, ainda mais porque eu bancava a passagem e o almoço. Até agora não consegui outro estágio, e por isso sofro pela falta de dinheiro e de ocupação.
Além disso, sofro pelo meu traje. Todos nas salas usam calças, se vestem bem para causar uma boa impressão ao chefe. Eu me sinto um total vagabundo ao vagar pelos corredores e sentar na cadeira usando bermudões. Como eles me torturam! Provavelmente alguns alunos percebem que sou o único que mostra os pelos das pernas, feito um selvagem nórdico no meio da civilização. No entanto, o sol do inverno voltou após dias de frio, então é impossível eu andar de calça só para impressionar. Talvez um dia eu vá de terno, pra alguém achar que eu estou num máximo de um emprego, uaaha. Quem sabe um dia o meu traje seja paletó e gravata? Mas agora eu queria muito um estágio no jornalismo, independentemente do uniforme.

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